sexta-feira, 17 de julho de 2009

Qual a melhor abordagem?

Das 3 perspectivas abordadas com diferentes pontos de vista sobre a avaliação, a metodologias de ensino, o papel do professor e do aluno,... penso que não se deve utilizar exclusivamente uma unica abordagem durante o processo didático. Mas sim, na minha opinião se pode recorrer a métodos ou fundamentos de uma e/ou de outra mediante a situação real de aprendizagem.

Foi elaborado um resumo por mim e pela Raquel Castro resumindo por pontos essenciais sobre as 3 teorias abordadas na aula de PsicoPedagogia: RESUMO_Abordagens_Psicopedagogicas.pdf

As TIC nas TIC

As TIC nas TIC: Professor e alunos podem recorrer a diversos sites para encontrar documentos de apoio, propostas de actividades, informação sobre projectos em desenvolvimento nas escolas e questões sobre a utilização das TIC em contexto educativo.

as_tic_nas_tic.pdf
in Revista Noésis

Portefólios digitais

Portefólios digitais: Modernos e Fáceis de utilizar.

portefolios_digitais.pdf
in Revista Noésis

Como criar um webfólio com recurso a um blog

Como criar um webfólio com recurso a um blog.
Artigo publicado na revista Noésis nº 74.



(clica na imagem para ampliar)

O modelo de Exposição Directa

No modelo de inspiração comportamental há que realçar a actividade importante do professor, na ênfase de apresentação dos conteúdos, da forma parcelar e altamente estruturada como irá apresentar os mesmos, ou seja, a decomposição dos conteúdos em pequenas unidades. Ainda, segundo este modelo, o aluno deverá praticar e treinar as aprendizagens feitas, primeiro com a ajuda do professor - utilização de prática guiada pelo professor -, e, posteriormente, de forma independente.
Como pressupostos comportamentalistas subjacentes podemos dizer que as ideias e competências complexas são sistematicamente divididas nas suas diferentes componentes a fim de serem mais facilmente ensinadas, ou seja, o professor deve planear e organizar sequencialmente as ideias e os conteúdos definindo bem os objectivos. O professor estrutura a matéria para levar o aluno a dar a resposta correcta (é-lhe dado o feedback imediatamente).
Este modelo de ensino deve contemplar cinco fases distintas: Objectivos e Contexto de Aprendizagem; Demonstrar a competência ou a informação a trabalhar na sala de aula; Proporcionar prática guiada; Certificar-se da compreensão e facultar feedback; Proporcionar prática alargada e transferência.
Na fase dos Objectivos e o Contexto de Aprendizagem o professor deve apresentar os objectivos da aula, proporcionando informação detalhada e explicando a importância da aula preparando assim os alunos para a aprendizagem.
Na fase em que irá Demonstrar a competência ou a informação a trabalhar na aula o professor demonstra o desempenho correcto da competência e apresenta a informação mais detalhada. Sendo necessário que o professor possua um domínio e compreensão dos conceitos, ensaiando a demonstração antes de a efectuar na sala de aula.
Na fase de Proporcionar prática guiada o professor estrutura a prática inicial regendo-se por alguns princípios, tais como, solicitar quantidades pequenas e significativas de prática, solicitar a prática para aumentar a automatização da aprendizagem e fazer uso apropriado da prática maciça e distribuída.
Na quarta fase o professor deve Certificar-se da compreensão e facultar feedback certificando-se que os alunos estão a desempenhar correctamente as suas funções e que proporciona feedback, ou seja, o professor verifica se os alunos compreenderam o que lhes foi ensinado e dá o feedback adequado, com o objectivo de corrigir os erros.
Na última fase de Proporcionar prática alargada e transferência o professor cria condições para a prática alargada dando atenção à transferência da competência para situações mais complexas.

O Ensino Programado de Skinner

Segundo Skinner, o mentor do "ENSINO PROGRAMADO" refere que as pessoas aprendem mais facilmente quando o conteúdo é apresentado em "unidades discretas" (em pequenos módulos) e quando recebem um feedback imediato (indicando se o aluno teve ou não sucesso). Skinner usa os "estímulos", que não são mais do que mecanismos que agem de maneira a provocar uma reacção no indivíduo. O autor usa o conceito de diferentes tipos de estímulos que actuam no condicionamento operante:
Estímulo neutro - é o que não tem nenhum efeito sobre o comportamento do indivíduo, isto é, a ele não foi associado nenhum reflexo.
Estímulo reforçador positivo - é o estímulo que o organismo procura obter e que aumenta a probabilidade que o produz, procura manter um comportamento aprovado.

Abaixo irei expor as vantagens e desvantagens do Ensino Programado:


O novo Paradigma Educacional

Como as TIC abriram caminho para um novo paradigma educacional
Devido à evolução da ciência e da tecnologia os utensílios conceptuais e as ferramentas que nos habilitam a entender de uma maneira diferente a nossa situação no Universo.
E, agora, são as tecnologias de informação e comunicação, a aldeia global, a Internet. Os nossos dias assistem ao desenrolar de um conjunto de fenómenos que nos habilitam a assistir, em tempo real, à mudança na nossa maneira de nos representarmos e de representarmos as nossas instituições mais importantes, incluindo a escola.

Caracterização do novo paradigma educacional



Relação entre o novo paradigma educacional e as TIC
Sensivelmente ao mesmo tempo em que se iam dando os primeiros passos na exploração dos computadores como máquinas de ensinar, de entre o grupo de cépticos quanto a ser essa a melhor via da integração dos computadores na educação, sobressaía uma figura que iria marcar toda a reflexão posterior em torno dessa questão. Essa personalidade é Seymour Papert, e o seu nome está ligado à criação da linguagem Logo, por ter liderado o grupo que a desenvolveu, no Massachussets Institute of Technology, na segunda metade dos anos sessenta.
Convém relembrar que a importância do Logo radica no facto de não ser apenas uma ferramenta informática, uma mera linguagem de programação, mas todo um projecto pedagógico de utilização de computadores na educação, segundo uma perspectiva que nada tinha que ver com a perspectiva do EAC. De facto, enquanto o EAC fornecia, ou um substituto para o professor, ou algo que potenciasse a sua capacidade de ensinar, a perspectiva de Papert apontava para a criação de uma ferramenta que, entregue aos aprendizes, potenciasse as suas possibilidades de aprender, e de aprender para além do currículo.